NOSSO HERÓI [Hebreus 4.14-16] 02 de maio de 2011
Jesus [é o] autor e consumador da nossa fé. Ele ... suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus (Hb 12.2).
Muitas pessoas gostam de heróis: colecionam fotos, figuras, relatos e qualquer coisa que se relaciona a eles. Mas o que é um herói? Segundo um dicionário, herói pode ser um grande homem que foi divinizado; que fez ações extraordinárias, principalmente na guerra; o principal personagem de uma obra literária ou cinematográfica; o protagonista de um acontecimento.
Será que Jesus se enquadra nas descrições acima, para ser considerado herói? Sem medo de errar, podemos dizer que Jesus é maior que todos os que já viveram na Terra em todos os tempos. Ele não somente é um homem divinizado, mas é o Deus que se fez homem. Não fez algo extraordinário, apenas: fez o que ninguém no mundo poderia ter feito para nos salvar.
Não foi brilhante numa batalha entre homens, mas venceu a maior guerra que já se travou neste mundo ao morrer na cruz por nós, derrotando o inimigo das nossas almas. Ele não é o principal personagem de um livro qualquer - é o centro da mensagem da Bíblia, de valor eterno, e cujo autor é o próprio Deus. Por fim, Jesus não é o protagonista de um acontecimento qualquer: sua vinda ao mundo dividiu a história em antes dele e depois dele.
Ele não foi o centro das atenções apenas nos dias em que viveu na Terra, mas até hoje, quase dois mil anos depois de sua morte e ressurreição, ele é a razão de viver de todos os seus discípulos.
Por tudo isso e por muito mais, podemos dizer que Jesus Cristo é o máximo, o supremo, o Rei dos reis, Senhor dos senhores.
Ele é o nosso maior herói! Por tudo que é, fez e faz, Cristo tem todas as condições para ocupar o trono do nosso coração. Então, faça dele o Senhor da sua vida e o Salvador da sua alma! - HS
Jesus supera qualquer outro herói!
Muitas pessoas gostam de heróis: colecionam fotos, figuras, relatos e qualquer coisa que se relaciona a eles. Mas o que é um herói? Segundo um dicionário, herói pode ser um grande homem que foi divinizado; que fez ações extraordinárias, principalmente na guerra; o principal personagem de uma obra literária ou cinematográfica; o protagonista de um acontecimento.
Será que Jesus se enquadra nas descrições acima, para ser considerado herói? Sem medo de errar, podemos dizer que Jesus é maior que todos os que já viveram na Terra em todos os tempos. Ele não somente é um homem divinizado, mas é o Deus que se fez homem. Não fez algo extraordinário, apenas: fez o que ninguém no mundo poderia ter feito para nos salvar.
Não foi brilhante numa batalha entre homens, mas venceu a maior guerra que já se travou neste mundo ao morrer na cruz por nós, derrotando o inimigo das nossas almas. Ele não é o principal personagem de um livro qualquer - é o centro da mensagem da Bíblia, de valor eterno, e cujo autor é o próprio Deus. Por fim, Jesus não é o protagonista de um acontecimento qualquer: sua vinda ao mundo dividiu a história em antes dele e depois dele.
Ele não foi o centro das atenções apenas nos dias em que viveu na Terra, mas até hoje, quase dois mil anos depois de sua morte e ressurreição, ele é a razão de viver de todos os seus discípulos.
Por tudo isso e por muito mais, podemos dizer que Jesus Cristo é o máximo, o supremo, o Rei dos reis, Senhor dos senhores.
Ele é o nosso maior herói! Por tudo que é, fez e faz, Cristo tem todas as condições para ocupar o trono do nosso coração. Então, faça dele o Senhor da sua vida e o Salvador da sua alma! - HS
Jesus supera qualquer outro herói!
REVOGÁVEL [Marcos 16.1-20] 20 de abril de 2011
Então todos o abandonaram e fugiram (Mc 14.50).
Acompanhei aquele irmão desde o início da sua doença até sua morte. Oramos juntos muitas vezes em casa ou no hospital. Alguns dias depois de sua morte fui visitar seus pais. Encontrei-os derramando lágrimas e exclamando: “Isto não pode ter acontecido! Pastor, por favor, diga-nos que isto não é verdade!” Existe alguma coisa sobre a natureza da morte que nos fere duramente.
Há uma palavra que não gostamos de usar para descrevê-la: ela é irrevogável, não se pode mudar. Aprendemos o seu significado muito cedo na vida. Quando uma criança quebra um brinquedo preferido que não pode ser consertado, quando um adolescente sofre um acidente de carro e não há nenhum poder que possa fazer o relógio do tempo voltar atrás, quando um pai chora junto ao túmulo de um filho e sabe que nada pode trazê-lo de volta.
Nem as lágrimas nem a medicina poderão devolver uma pessoa querida uma vez que tenha morrido. Esta é a terrível lição da irrevogabilidade.
Durante vários dias os discípulos de Jesus permaneceram desorientados atrás de portas fechadas tentando convencer a si mesmos que aquilo não era verdade. Jesus não teria realmente partido para sempre! Mas a morte era irrevogável!
As suas mais profundas esperanças não podiam superar o fato de que ele estava morto. Mas de repente suas mágoas foram interrompidas pelo testemunho de algumas mulheres que diziam ter visto Jesus. Seria verdade? Nos dias seguintes, aqueles discípulos deixaram suas mágoas e começaram a ver o significado da cruz sob uma nova luz. Jesus estava vivo! Ele ressuscitara! “Não está aqui!” Dois mil anos depois, o significado não mudou.
A Páscoa contém uma promessa inspiradora de revogabilidade. Nem mesmo a morte é final para o cristão, cuja fé está firmada em Jesus. O que Deus fez uma vez num túmulo em Jerusalém, ele ainda pode repetir para os que já partiram crendo na esperança da ressurreição. - JG
Contra toda resistência, o irrevogável será revogado.
OBEDIÊNCIA PELA FÉ [Gênesis 12.1-6] 13 de abril de 2011
Partiu Abrão como lhe ordenara o Senhor (Gn 12.4a).
A história de Abrão ou Abraão é fascinante. Seu relacionamento com Deus era íntimo e marcado pela obediência. A ordem de Deus a Abrão para que saísse da sua terra parece simples, mas, para cumpri-la, ele teve de separar-se também dos seus pais e de seus parentes.Além disso, havia um problema: ele não sabia para onde ir.
O autor da carta aos Hebreus diz que ”pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo” (Hb 11.8). Agora raciocine: Deus fala com você e manda que saia da sua terra. Você contrata um caminhão de mudança, coloca nele todos os seus pertences e chega a hora de partir. Aí o motorista pergunta: “Para onde vamos?” e você responde: “Não sei, só sei que tenho de sair daqui!” O motorista diria que você está louco. Mas foi mais ou menos assim que aconteceu com Abrão. Mesmo assim, ele obedeceu a Deus e se tornou conhecido como o
pai da fé.
Oswald Chambers diz no seu livro “Tudo para Ele”,: “A fé nunca sabe para onde está sendo levada, mas ama e conhece aquele que a conduz. É uma vida de fé, não de intelecto e razão, uma vida de conhecer aquele que nos faz partir. A base da fé é o conhecimento de uma pessoa, e um dos maiores enganos é achar que Deus certamente nos levará ao sucesso. A
última etapa da vida de fé é a aquisição do caráter”.
Saiba que Deus sempre tem um propósito na vida de quem ele chama, embora não revele esse propósito de imediato. Contudo, quando obedecemos ao chamado, Deus vai moldando o caráter e a imagem de seu Filho em nós até que os propósitos Dele se cumpram em nossas vidas (Rm 8.29) – e assim nossa vida realmente valerá a pena. - MM
A obediência a Deus pela fé transforma-nos na imagem de seu Filho Jesus.
TEMPO CERTO [Êxodo 12.31-42] 10 de abril de 2011
Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação! (2 Co 6.2b)
Visitando uma igreja na América Central, um amigo encontrou um casal cristão que sentiu o chamado de Deus para um trabalho especial. Eles ficaram comovidos quando viram algumas crianças com câncer recebendo alta de uma clínica após o tratamento, mas que não tinham um lugar para ficar durante a sua recuperação. O casal adquiriu uma casa humilde para socorrer aquelas crianças e Deus supriu suas necessidades.
Crendo que era o tempo no plano de Deus para este trabalho, chamaram a casa de “Kairós”, palavra grega que significa um tempo certo, oportunidade. Na Bíblia a palavra é usada em relação ao tempo marcado por Deus para algum propósito. Conhecemos muito bem o tempo cronológico (em grego, cronos), mas talvez ignoremos o tempo de Deus.
A leitura de hoje indica que chegara o tempo em que Moisés e o povo de Israel deveriam sair do Egito. A libertação foi o desfecho dos eventos que culminaram na morte de todos os primogênitos egípcios. Foi o tempo escolhido por Deus para começar a cumprir as promessas de ocupação de Canaã por seu povo escolhido, local que serviria de berço para o nascimento do Messias.
Podemos comparar a libertação espetacular do Egito com o livramento dos pecadores do domínio de Satanás pelo poder de Cristo. Assim como Israel foi salvo do Egito no tempo de Deus, hoje – agora – é o tempo favorável para o pecador se refugiar em Cristo, o Salvador, como diz o versículo em destaque.
Se você ainda não pertence a Deus, hoje é o tempo de mudar de vida, aceitar o sacrifício de Cristo e passar a viver sob sua direção. Se você já é cristão, é preciso ficar atento para discernir o tempo de Deus - assim como Paulo, que foi impedido de ir a certa região e seguiu para a Europa, abrindo um novo horizonte para a divulgação do Evangelho de Cristo (At 16). - TL
Não espere mais: o tempo certo para viver com Deus é hoje!
POR QUE CHORA? [João 20.1-18] 07 de abril de 2011
Eles lhe perguntaram: "Mulher, por que você está chorando?" "Levaram embora o meu Senhor", respondeu ela, "e não sei onde o puseram" (Jo 20.13).
Maria Madalena tinha muitas razões para chorar naquela manhã de domingo. Jesus havia sido crucificado na sexta-feira pela manhã e morrera à tarde já próximo ao início do sábado judaico. Não houve tempo para velar seu corpo. Tudo foi feito às pressas. Jesus foi simplesmente envolto em lençóis e sepultado por José de Arimatéia e Nicodemos, enquanto os apóstolos, distantes de tudo, certamente lamentavam.
Fico imaginando o quanto ela chorou. A esperança de uma vida que vale a pena ser vivida tinha desvanecido. Ela, recentemente ainda atormentada, havia pouco encontrara a razão de viver. Mas agora tudo parecia perdido. Para completar a tragédia, ela imaginou que tivessem roubado o corpo de Jesus.
Assim, ao responder à pergunta dos anjos e do próprio Jesus: "Mulher, por que você está chorando?", ela poderia ter respondido: Choro por não ter razão para viver, pela perda das esperanças, porque estou perdida! Sim, sem Jesus, o melhor que Maria poderia fazer era chorar. Mas Jesus não estava morto! Então, não havia razão para choro. Inclusive porque, com a ressurreição, a morte dele passou de tragédia a vitória.
Talvez, se a mesma pergunta nos fosse feita hoje, pudéssemos responder entre lágrimas: Choro por estar doente; por minha vida familiar desastrosa; por não ter razão para viver... Mas depois da ressurreição de Jesus, a verdade é que podemos até chorar momentaneamente, porém não há razão para permanecer chorando. Jesus não está no túmulo, não, mas ao nosso lado para o que der e vier.
Ele vive, e nós com ele vivemos e viveremos, tanto em meio às lutas do dia-a-dia quanto na paz da eternidade.
Então, por que você chora? Não há motivo real para isso, pois Jesus, ainda que tenha estado morto, agora vive e sempre viverá! - ARG
A ressurreição de Jesus é a garantia de que nossas lágrimas serão enxugadas!
CRUCIFICADO [Filipenses 2.5-11] 31 de março de 2011
Lançaram sorte pelas minhas vestes (Sl 22.18).
Quem assistiu ao filme “Paixão de Cristo”, assustou-se com a violência contra o Filho de Deus. Mas a Paixão tem detalhes que não foram apresentados no filme. Detalhes que expõem o propósito, a vontade, a justiça e, sobretudo, o amor de Deus.
O detalhe mais notável é que em nenhum momento Jesus implorou por misericórdia. Ele não perdeu o equilíbrio, a lucidez, o controle de si mesmo e da situação.
A sua serenidade expunha a sua divindade e, nela mostrava que tinha todas as coisas sob o seu controle, inclusive o próprio sofrimento.
A túnica, seu bem mais valioso, lembra a vestimenta do sumo-sacerdote judeu, que também era sem costura, como a de Jesus. O detalhe da túnica nos mostra que Jesus não era somente o Cordeiro de Deus sacrificado na Páscoa, mas também o sacerdote que conduziu o sacrifício.
Nas poucas palavras ditas por Jesus, uma delas foi “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”. Esse clamor é o primeiro verso do Salmo 22. Ele clamou por causa do abandono total, do horror, da condenação do pecado do mundo que caía sobre ele. Ao final do sofrimento, Jesus suplicou: “Tenho sede”, mas lhe deram vinagre e, após tomá-lo declarou: “Está consumado!” Inclinando a cabeça, rendeu o espírito (Jo 19.28-30).
Não havia mais nada a ser feito, mas ao inclinar a cabeça, dar o último suspiro e entregar-se à morte disse: “Está consumado”, que significa: “Feito”, o que lembra as últimas palavras do Salmo 22, que diz: “ele agiu poderosamente”.
A atitude de Jesus só pode ser explicada à luz da Palavra de Deus. Ele entregou a si mesmo à morte unicamente por amor, por mim e por você. Diante de tamanha prova de amor, será que alguém consegue ficar indiferente? Se alguém pensa em “pagar” o sacrifício de Jesus, esqueça! A única coisa a fazer é render-se ao seu amor. - MLN
A melhor forma de reconhecer o amor de Deus é entregando-se a ele.
DE GRAÇA [Isaías 55.1-5] 25 de março de 2011
[Os pecadores são] justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus (Rm 3.24).
“Você está sem dinheiro? Desempregado? Não possui conta em banco? Não tem cartão de crédito? Sem problemas. Venha comprar na minha loja. Não exigimos comprovante de renda nem consultamos o SPC sobre sua situação no comércio. Separamos o melhor para você, artigo de exportação. Na verdade, não existe ninguém no mundo que tenha dinheiro suficiente para comprá-lo.
Toda riqueza não daria para pagar a primeira prestação. Mas quero que você venha buscá-lo”. Já imaginou receber um convite como este? Quem seria louco de não conferir uma maravilha desse tamanho?
Pois é exatamente este convite que Deus faz a você no texto de Isaías. Ele soa estranho ou até inacreditável porque foge totalmente dos padrões deste mundo, onde nada é de graça - nem injeção na testa.
O objetivo de Deus não é falar sobre dinheiro ou compras, mas ele compara esta compra sem dinheiro com a vida que concede por meio da sua misericórdia. É um convite para quem tem sede de vida e fome de sentido para ela. Ele continua a ecoar pelos lugares frios e escuros, convidando: venham! Atravessa desertos e vales, e chega às cavernas.
Se você anda por um desses lugares, ouça atentamente a voz de Deus que nos ama e por isso convida: venha! Venha receber aquilo que dinheiro nenhum no mundo pode comprar: a alegria que apenas em Deus se obtém e mudança de vida para melhor. Seu dia a dia será mais iluminado, você terá vida plena e não precisará pagar por isso. Abandone o que machuca e deixe o Espírito guiar sua vida, que certamente terá mais qualidade.
Mesmo que você esteja sofrendo demais, não tente negociar com Deus. Vá até ele e aceite sua graça, que não tem preço, mas que ele oferece gratuitamente. - DW
“O evangelho de Deus é um convite, gratuito, na verdade o maior convite que qualquer pessoa jamais poderia receber” – John Stott.
O NOME! [Gênesis 24.1-7] 20 de março de 2011
Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome (Sl 23.3).
Vez por outra aparece num jornal um aviso com a frase: “A bem da verdade...” e segue uma declaração do que a pessoa diz ser a verdade. O motivo é proteger o seu nome. Todos nós zelamos pela honra do nosso nome. Firmas publicam a sua marca registrada e a defendem. O Comitê dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 em Vancouver, Canadá, publicou que seria proibido registrar qualquer firma no nome “Olympic”.
Seria informativo você ler Gênesis 24 todo, pois é uma história interessante da busca de uma esposa para Isaque, filho do patriarca Abraão, e de como Isaque recebeu de bom grado a jovem trazida de uma terra distante. Esse episódio mostra o zelo do patriarca Abraão pela aliança feita com Deus anos atrás. Para assegurar a continuidade da família escolhida para levar à frente a promessa do Redentor prometido (Gn 3.15) e para que a humanidade pudesse continuar a invocar o nome Deus vivo, mandou buscar uma jovem que não fosse de um povo estranho.
Isaque seria o detentor da promessa de que um dia viria nascer da sua linhagem o Salvador do mundo segundo a aliança feita entre Deus e Abraão. Com cuidado, Abraão deveria ensinar Isaque a zelar por aquela promessa. Quando ele nascesse, teria o nome divinamente escolhido, Jesus, que significa ”Deus salva”, “...porque salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21).
A Bíblia nos instrui a respeitar o nome de Deus. Não deve ser usado levianamente nem em exclamações quaisquer. Devemos, sim, venerar o santo nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. O versículo em destaque indica que Deus nos conduz por uma vida de justiça “por amor do seu nome” – para que este seja honrado. Capacita-nos a levar uma vida santa, não para a nossa honra, mas por amor do seu nome e para sua glória. Este é verdadeiro sentido da nossa vida. Como seus seguidores, andemos na vontade de Deus por amor do seu nome! - TL
Quanto mais o nome de Deus brilhar entre nós, mais luminosa será nossa vida.
NUNCA [Marcos 14.66-72] 14 de março de 2011
O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre (Sl 73.26).
“Nunca diga nunca” – ah, se Pedro soubesse disso! É pelo fato de ter negado a Jesus que Pedro é mais lembrado. Gostamos de acusar o discípulo por essa falha e dizer que não faríamos o mesmo em seu lugar. Será que não?
Pouco antes, Jesus tinha alertado os discípulos de que todos o abandonariam, mas Pedro negou-se a aceitar: “Eu não! Nunca!” João, contando a mesma história, diz que Pedro prometeu dar a própria vida por Cristo – aquele mesmo que pouco depois negaria conhecer.
Ficamos sempre com a impressão de que Pedro tinha a mania de falar sem pensar. Se bem que, ao menos, ele sempre demonstrou iniciativa – por exemplo, foi o primeiro a afirmar que Jesus era o Messias e Filho de Deus (Mt 16.16).
Quantas vezes agimos como aquele discípulo impulsivo? Somos rápidos em fazer promessas e declarar nossa fidelidade a Cristo, mas na hora de andar sobre as águas com ele, sentimos as ondas, o vento, a água fria... e ficamos com medo (veja Mt 14.30-31).
Até esquecemos que estávamos indo até Cristo! Não é assim? Prometemos fidelidade eterna a Deus, mas aí vêm os sofrimentos, tentações, problemas e já esquecemos tudo. Muitos negam Jesus, literalmente.
Como Pedro, também fracassamos em nossa fé. Não conseguimos cumprir o que prometemos a Deus, e então percebemos que nossa fé é deficiente, somos fracos e incapazes.
Ainda bem que Deus nos conhece e está pronto a perdoar, a ensinar e a transformar nossa vida para que fiquemos mais parecidos com seu Filho.
Para Deus, nossos fracassos não anulam a escolha que ele fez. Pedro foi perdoado, restaurado (Jo 21.15-19) e tornou-se o principal apóstolo entre os judeus.
Então, se você falhar e sentir-se indigno do amor de Deus, lembre-se de que sempre pode prostrar-se diante dele e pedir seu perdão. Nossos erros e fracassos podem servir para nos aproximar de Deus, não para nos afastar dele. - VWR
Apesar de nós, a fidelidade de Deus nunca falha.
SALMO 136 11 de março de 2011
Provem e vejam como o Senhor é bom (Salmo 34.8a).
“Deus é bom!”, comentou um negociante quando teve êxito depois de muita demora. Julgou Deus por seu sucesso pessoal - não sei se teria culpado o Senhor se o negócio desse errado. Na verdade, Deus é bom. Porém, vendo os desastres, guerras e mudanças climáticas que já levaram milhares de pessoas à morte, muitos duvidam da bondade de Deus.
Ignoram que os males em nada diminuem a bondade de Deus, pois são resultado da queda do homem – quando o ser humano pecou, toda a natureza passou a sofrer as conseqüências disso. Deus permanece eternamente bom; se não o fosse, deixaria de ser Deus. As pessoas da Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – possuem a mesma bondade eterna.
A Bíblia apresenta o “Deus bondoso” (Ne 9.17), o “bom Espírito” (Ne 9.20) e Jesus, o bom pastor que deu sua vida por nós para que pertencêssemos ao seu rebanho eternamente.
Deus criou o primeiro casal sem pecado, mas eles escolheram ceder à tentação de Satanás e pecaram. Sendo pecadores, geraram pecadores; por sinal, seu primeiro filho tornou-se assassino. Todos nós, como descendentes de Adão e Eva, não podemos dizer que somos bons no sentido absoluto.
Todos se comportam aceitavelmente na maioria das vezes, mas quando erram, mostram sua natureza pecaminosa. Por isso Deus considera todos como pecadores (Rm 3.23).
Se você já aceitou Jesus como seu Salvador, foi porque, na sua bondade, Deus o levou ao arrependimento (Rm 2.4), o Espírito o convenceu do pecado, conduziu-o ao amor de Deus em Cristo, o Salvador, e mudou a direção de sua vida para os caminhos da justiça.
Diariamente, Deus o convida a meditar na sua Palavra, que expõe a sua bondade e misericórdia. Perante o Pai no céu, Jesus intercede por você e por mim, para que possamos sempre desfrutar a comunhão com ele. Louve a Deus, que é tão bom! - TL
Prove diariamente como Deus é bom!
VINGANÇA [Romanos 12.17-21] 02 de março de 2011
Tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos (1Ts 5.15).
De vez em quando somos confrontados com situações em que sentimos o desejo de vingança. O próprio Jesus reconheceu o fato de que, na caminhada da vida, encontramos pessoas que se tornam nossos inimigos - aqueles que não simpatizam conosco. E então, como tratá-los? Jesus ensinou que devemos amá-los e orar por eles (Mt 5.44) e Paulo instrui-nos a nunca buscar a vingança, mas a fazer todo o possível para viver bem com todos.
A verdade é que quando trabalhamos para promover a paz, o desejo de vingança desapare-ce e se torna oportunidade e motivo para fortalecermos a nossa fé, animarmos nosso amor e fazermos o bem.
Quando há uma guerra ou um desastre em algum lugar do mundo, ouvimos falar da Cruz Vermelha. É uma organização mundial que está sempre presente para ajudar aqueles que são feridos nos combates e facilitar a distribuição de agasalhos e alimentos aos necessitados, entre outras coisas.
A fundadora da Cruz Verme-lha Americana foi uma senhora chamada Clara Barton. Conta-se que certa vez uma amiga quis lembrá-la de algo muito triste que haviam feito a ela anos atrás, mas Clara fez como se não se lembrasse. “Mas você não se lembra o que lhe fizeram?”, perguntou a amiga. “Não, respondeu ela, “lembro-me muito claramente de que esqueci”.
Vivemos dias difíceis: desejo de vingança, aflições, tribulações, tristezas causadas por outras pessoas, mo-mentos de ira. Talvez você esteja passando por essas e outras situações em sua vida. A Bíblia ensina que nunca devemos procurar vingar-nos ou retribuir com o mal, mas a deixar tudo nas mãos de Deus. Tudo pode ser transformado em vasilhas imaginárias, cheias não de mal, mas de coisas boas dadas por Deus.
Entregue seus maus sentimentos a Deus e, assim, você estará vencendo o mal pelo bem e viverá em paz com todos. - JG
O amor de Deus vence os maus sentimentos em nossa vida.
DESCULPE-ME [Provérbios 26.23-28] 23 de fevereiro de 2011
Você prefere o mal ao bem, a falsidade, em lugar da verdade (Sl 52.3).
Depois que inventaram a desculpa, ninguém mais tem culpa ou pelo menos pensa que pode justificar-se dizendo simplesmente “Desculpe-me”. O assassino diz que matou por amor, o ladrão roubou por necessidade, a mulher se prostituiu para comprar comida para seu filho, casais se separaram porque o amor acabou, funcionários trabalharam relaxadamente porque são mal remunerados, vendedores cobram caro porque afinal todo mundo faz assim.
Embora pedir desculpa e pedir perdão pareça a mesma coisa, é algo bem diferente. Pedir desculpa é uma alegação atenuante ou justificativa de culpa. É isentar-se da culpa, apontar outro culpado e outro motivo para seu erro, é quase dizer o mesmo que não foi minha culpa. Já pedir perdão é declarar-se culpado. Admitir o erro. Confessar o pecado em atitude de arrependimento.
Quem pede perdão demonstra que deseja mudar. Quem pede desculpa não se responsabiliza por seus atos, não admite seu erro e logo vai errar novamente. É claro que também existe a dificuldade de perdoar por parte de quem ouvem alguém admitir o erro.
Prefere-se ouvir uma desculpa à verdade. Se você chega atrasado a uma reunião e diz: “Desculpem, o trânsito estava congestionado”, todos vão sorrir e desculpar. Mas se você disser: “Perdoem-me, não dei a importância necessária a esta reunião e saí atrasado de casa”, com certeza virão críticas. É preciso ser sincero.
No lugar de nos acostumarmos em disfarçar nossas intenções com desculpas, com sorrisos falsos ou conversa lisonjeira, devemos tratar nosso coração limpando o ódio, a inveja e a preguiça que tanto nos faz ser individualistas. Como servos de Deus, devemos tratar as pessoas com responsabilidade e, se errarmos, precisamos pedir perdão e tentar corrigir nossa falta. Ter uma vida de sinceridade com nosso próximo é um grande passo para quem quer ser correto diante de Deus. - HSG
É melhor ser ferido por dizer a verdade do que amado pela falsidade.
FÉ INABALÁVEL [A ARANHA] 18 de fevereiro de 2011
Certa vez, um homem estava sendo perseguido por malfeitores, que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saia da estrada e entrava no mato e, no desespero, orou:
"- Deus Todo Poderoso, faça com que anjos venham e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha, que começou a tecer uma teia na entrada. O homem se pôs a orar mais angustiado:
"- Senhor, eu pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar."
O homem abriu os olhos esperando então ver o muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Os malfeitores estavam entrando na trilha na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
"- Vamos entremos nessa trilha!"
E outro respondeu:
"- Não, não vê que tem até teia na entrada? Ele não passou por aqui!"
Fé é crer no que não se vê; é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança Nele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse: "DIGA AO FRACO QUE EU SOU FORTE".
É nos momentos difíceis que encontramos em Deus nossa força.
ORAÇÃO: Senhor, dá-me olhos espirituais para ver a Tua gloriosa presença junto a mim. Dá-me fé inabalável, pois Tu és meu Senhor e meu Deus. Amém
O PRIMEIRO PASSO [Max Lucado] 12 de fevereiro de 2011
"E esta é a minha aliança com eles (...) remover os seus pecados." (Romanos 11.27)
Deus faz mais do que perdoar nossos erros; Ele os remove! Só precisamos levá-los ao Pai.
Ele não apenas deseja que levemos esses erros cometidos. Quer também que apresentemos os erros que estamos cometendo. É este o seu caso?
Se é, não fique fingindo que esta tudo em ordem... Vá primeiro a Deus.
O primeiro passo depois de um tropeço deve ser na direção da cruz.